(3) a banda sonora new age

Take another bite
It'll be alright
What's wrong will soon feel right
Dangerous tonight

Take another sip
Let it kiss your lips
And let a little drip on your thighs

If you let me I'll untie your sensuality
I'll open up your heart and satisfy my greed

I'm dangerous, I'm a dying breed
Poisonous like a centipede
I'm capable of the foulest deed
Dangerous at night

I'm dangerous like a razorback
Deadly like a heart attack
Well, I don't bend and I don't crack
Dangerous tonight

Take another turn
The rules have all been burned
And you've got tricks to learn
Dangerous tonight

Play another role
Try and lose control
And stain your soul to red from white

In my mind, oh, a million voices tell me no
It's prime crime time and I gotta let it go

I'm dangerous like a broken glass
I'm a flesh fanatic psychopath
I can cause you pain and make it last
Dangerous tonight

I'm dangerous when the sun goes down
So cross yourself, don't fool around
I'll drag your heart into the ground
Dangerous tonight

If you let me I'll untie your sensuality
I'll open up your heart and satisfy my greed

I'm dangerous like a broken glass
I'm a blood bubonic psychopath
I can cause you pain and make it last
Dangerous tonight

ainda o avaliacionismo

Espero não voltar a este assunto.
O modelo de avaliação proposto pelo Ministério da Educação não é novidade. Já foi adoptado no Chile. Achei piada ao resultado:

comissão de sophos

Algures, um velho Sócrates parece ter querido acabar com a imagem do 'fulano-que-sabe-tudo', o sábio (sophos em grego), e sugeriu o termo filósofo (amigo da sabedoria) numa onda do 'se calhar estes tipos que dizem saber tudo são um bocado charlatões, porque saber tudo, ninguém sabe'!! Além disso, ele, que tinha acabado de ser considerado o maior sábio da grécia, ainda remata com um 'só sei que nada sei'...

Agora, um apoiante de um novo Sócrates vem sugerir 'comissões de sábios'...


Era valente, este velho Sócrates!!

pequeno nada (2)


"but i know somewhere, that in time, there's not a thing here that'll ever fill me. and i'll die trying."


O segundo 'pequeno nada' do momento.

Veio na mesma encomenda e estava na lista há demasiado tempo... Chama-se Everyone Will Eventually Leave You - um título super sugestivo - e é dos SoulWhirlingSomewhere. Já antigozito, de 1995 (Deus meu, ao tempo que está na lista!), mas que continua a ter o mesmo efeito que quando conheci a banda, em 96!

Um cheirinho por aqui (apesar de não ser deste album)

pequeno nada

Mais uma daquelas bandas de que gosto muito e das quais praticamente não se ouve falar...

Saiu há pouco, numa edição limitada de 200 cópias numeradas à mão pelo autor, A Retrospective, uma espécie de 'best of' black tape for a blue girl. Não traz novidades, mas há quem tenha conseguido o álbum autografado e com dedicatória (ainda que simples)...

Chegou na terça e é o meu tesourinho do momento... um pequeno nada que sinto como muito mais do que isso!

educações

Um dia em cheio, o de hoje!
A um só tempo:

1) a ministra da educação (ou maria-da-desarticulação-avalio-educativa) foi recebida com ovos numa escola secundária em Fafe onde ia entregar diplomas.
A conclusão que podemos tirar: os sindicatos são mesmo mauzões (sim, porque de acordo com maria-da-desarticulação-avalio-educativa, são eles os motores de todas as manifestações, em actos de puras jogadas políticas que visam amedrontar quem diz sim ao seu modelo). Mais, os sindicatos são tão mauzões que agora recrutam não só os professores, como também os alunos... e Deus nos livre de que o ministério da sra descubra quem é o proprietário do aviário!!


2) A escola pública melhor classificada no ranking afirma ter suspendido a avaliação, com o apoio unanime (imagine-se) dos 90 professores que lá leccionam... Ao mesmo tempo, maria-da-desarticulação-avalio-educativa diz que todas, TODAS as escolas estão a concretizar a avaliação.
Para futuro: lembrar a história dos 5 loucos que afirmam ser Jesus Cristo... Pelo menos 4 estão a mentir! Neste caso, com 120 000 profissionais na rua, parece-me (parece-me apenas) que realmente deve haver alguém a mentir, mas como sou mau detective...

Uma coisa é certa, a sra conseguiu que os alunos lhe prestem atenção... Suspeito que vá ter um Bom!!

professores...

A ministra da educação diz que a manifestação é a forma que os sindicatos encontraram para "intimidar as escolas que fazem a avaliação"... Huumm bem, esta é das boas! E a quem serve isso?? Intimidar as escolas?? Pois, as escolas devem pensar (porque as escolas pensam) "ui, que medo! É melhor parar com a avaliação porque 120 mil professores se manifestaram em Lisboa"!!
A pergunta: será que a senhora acha MESMO que com isto convence alguém?

A ministra da educação diz que "não se pode perder a noção do que é do interesse do país", como se fosse do interesse do país que os professores fossem cada vez piores professores e melhores burocratas, ou melhores criadores de portfolios (essa maravilha tão importante).
A pergunta: será realmente do interesse do país perder, com aquilo que é acessório, o precioso tempo que podia ser destinado ao essencial?
(essencial = preparar aulas, pensar nas melhores estratégias para aplicar a todos os alunos, considerando que as turmas são heterogéneas e é necessária uma adaptação constante)

A ministra da educação diz que "há professores que querem concretizar a avaliação" como se apenas alguns professores (três ou quatro, ou algo assim) considerassem a avaliação como algo positivo.
A pergunta: que mistério estará a bloquear a audição da senhora que não a permite ouvir milhares de professores dizer que querem ser avaliados?... Mas avaliados como deve ser!

A ministra da educação diz que "suspender [o processo de avaliação] significa desistir e eu não desisto" porque "não há outro [processo de avaliação]", como se fosse inevitável fazer esta avaliação e, pior ainda, como se fosse pior 'não fazer uma avaliação errada' do que o contrário.
A pergunta: será mesmo melhor enterrar as pessoas em trabalho desnecessário, e que em nada contribui para a qualidade do ensino, que suspender esta tolice?

As conclusões (que obviamente não são as da ministra): é errado considerar que "não avaliar é pior que fazer esta avaliação". Porquê? Simples. Porque ao fazer avaliação desta forma estamos a prejudicar professores, aulas, alunos e todo o processo de ensino, enterrando-os em trabalho burocrático que só serve como enorme peneira para tapar o sol, porque, na verdade, não permite aferir os bons professores!

Acho que já chega, porque já é altura de pedir à ministra da educação para se preocupar com... A EDUCAÇÃO!!!

demo-cracias

Na senda do velho "vamos brincar aos políticos"...
Parece que hoje o deputado José Manuel Coelho foi impedido pelos seguranças de entrar no parlamento da madeira por ter ostentado uma bandeira nazi na assembleia regional.
Ok, o senhor é capaz de ter encontrado uma forma pouco ortodoxa de fazer passar a sua mensagem, mas... Será que o facto de não o deixarem entrar no edifício do parlamento não é uma demonstração de que ele tem alguma razão quando apelida de fascistas os membros do governo regional e a bancada do psd?
Já há uns tempos que me convenci que a Madeira é um regime monárquico, onde o rei e os membros da sua corte podem dizer e fazer o que querem e os outros... Bem, os outros são os outros!


Nesta coisa do "tens a liberdade de dizer o que quiseres, desde que seja a meu favor", assola-me o lado demoníaco da democracia, por isso... demo-cracias!

afirmacionismos

F. Leite diz que as obras públicas não contribuem para baixar o desemprego em Portugal, mas em Cabo-Verde, na Ucrânia e por aí fora.
Caiu o carmo e a trindade! Ah e tal, que a senhora é xenófoba e mais outras coisas igualmente tolas...

Pessoalmente nunca fui fã desta senhora, e continuo a não o ser, mas... será que o que ela disse é mentira??
Ou é só uma verdade-chata (ou inconveniente, como dizia o outro moço)?!

avaliacionismos


A reboque destas notícias, sinto que tenho que referir o assunto. Aqui vai.

Imaginemos que o seleccionador nacional de futebol decide adoptar o maria-de-lurdismo como técnica para escolher os atletas a convocar. Assim pede a todos que mantenham os seus portfolios devidamente actualizados, que reúnam todas as suas fichas de trabalho, que façam relatórios sobre os jogos efectuados e sobre os treinos... Claro que quando chega o dia do jogo, terá dificuldade em perceber o porquê da derrota, afinal de contas, todos eles são muito bons a mexer com a papelada!

Perante este caso, qualquer um diria "mas o homem não devia ir vê-los jogar??"...

Agora apliquemos o caso à educação. Aqui diriamos "mas não é pelas aulas que se define um bom professor??". É que os bons professores que tive, aqueles que realmente me ensinaram alguma coisa, eram bons a dar aulas... Se preenchiam relatórios como verdadeiros deuses burocráticos (ou burro-cráticos), foi coisa que nunca me interessou... e continua a não interessar!

magalhismos

Neste caso as fotos bastam-se a si mesmas, e pouco mais resta para dizer. Sempre fui amigo de bricadeiras e risos, sempre achei que uma boa gargalhada é, muitas vezes, melhor solução que uma lamentação sem fim. Mas isso não quer dizer que não tenha noção de que há coisas com as quais devemos recusar-nos a brincar, para não ultrapassar os limites da decência... E vai a ver-se e... não é que é este o desktop dos acessores do nosso primeiro ministro?!?!


Acho que fica tudo dito sobre políticas feitas de forma inconsciente e meio-a-brincar. É que uma coisa é todos termos consciência de que em Portugal se anda a brincar à política, outra coisa, completamente diferente, é que eles o digam!!

campaínhas

Não conseguimos explicar e há coisas que só têm significado para nós e mais um par de marmelos. Chamamos private jokes e seguimos em frente, e pelo caminho fica uma data de gente a pensar "sempre disse que ele não batia bem da mioleira..."!

O que significa é que um trabalho foi acabado. E aqui está: rin-gá-lim, ouço campainhas!

sms's

O Público diz que "O Fisco vai passar a avisar os contribuintes por mensagem instantânea (SMS) sobre a aproximação dos prazos para pagar impostos"

Por alguma razão meio-louca surge-me a questão: para que número envio um sms a avisar de cada vez que o atraso no reembolso do IRS ultrapassa os limites do aceitável??

seremos campeões em breve

"No centro de Santarém, a PSP deteve um homem que conduzia embriagado, sem carta de condução, sem seguro, sem o selo da inspecção nem o registo de propriedade. A soma das multas é superior ao valor do carro apreendido."

É tão bom sorrir ao perceber que, apesar de todas as condicionantes que "os sistemas" sempre impuseram aos desportos nacionais, ainda somos realmente bons nalgumas coisas... Mas...

...Raios, a irresponsabilidade e insensatez ainda não são modalidade olímpica! Ânimo, lá chegaremos, afinal isto é bem mais espectacular que o tiro aos pratos!

(E.F. - devia ser disto que Stuart Mill se lamentava quando dizia: "qualquer padrão ético funciona mal, desde que imaginemos a estupidez universal associada a ele")

religião... ai!!


“O governo do presidente Ahmadinejad apresentou no Majlis (parlamento) iraniano um projecto de lei que prevê a pena de morte para os apóstatas do islão (…). Além disso, o documento prevê penas graves para quem publique textos em blogues na internet a promover ou defender a renúncia ao islão, corrupção ou prostituição. Se for aprovado, as penas incluem amputação de mãos e o exílio”
Fonte: Sábado, 13 de Agosto de 2008

Arriscando a amputação das minhas próprias mãos, aqui vai:

A dada altura é o Corão que diz algo deste género: “não há compulsão em religião”.

No mesmo sentido, Mohammad Ali Abtahi (antigo vice-presidente do Irão e clérigo) diz: “se impusermos a religião às pessoas, isso torná-las-á menos religiosas e não o contrário.

Com tudo isto, surge no Irão um filme intitulado “Jesus, o Espírito de Deus”, onde Jesus é olhado como um mero profeta, não morre na cruz nem é crucificado. Dizem eles que é um filme que tem o objectivo de promover o diálogo entre cristãos e muçulmanos…

Diálogo? Arriscando as mãos??

As questões de liberdade religiosa são tendencialmente consideradas como estando ultrapassadas ou parte de um passado longínquo, no entanto, continuam a ser demasiado frequentes os casos de pessoas que são preteridas em entrevistas de emprego porque – crime dos crimes – são católicas!

Quando raio iremos olhar para os nossos livros sagrados como deve ser??
Este suposto diálogo traz à memória as regras do futebol das crianças… “Ou jogamos como eu quero, ou não há jogo, vou embora e levo a bola para casa”.

amigos & apoios

Esta é a segunda vez que falo sobre este tema aqui (e quando comecei com isto achei que não ia falar nem uma)! Enfim, as circunstâncias… as circunstâncias mais as recordações (que não as da casa amarela)…

Há uma ideia muito – talvez demasiado – generalizada principalmente entre o sexo feminino – sim, porque as gajas pensam diferente e não há como fugir a isso.

Mas, dizia eu, há uma ideia generalizada principalmente entre o sexo feminino segundo a qual o amigo é aquele desgraçado que nos apoia incondicionalmente… Não posso concordar em pleno, principalmente porque esta ideia de apoio incondicional está associada àquele sentimento de que o amigo não precisa de compreender para apoiar… e espera-se apoio mesmo quando não são explicadas as razões.

Coisa tola!

O amigo não apoia assim. O amigo apoia incondicionalmente, sim, mas de um modo especial.

O amigo diz: “Ok, sei, e tu também sabes, que estás a fazer mer**… mas podes contar comigo! Mas é mer** e estás errado(a)… Mas conta comigo!

Isto sim, é amizade sincera.

E.F. (Esclarecimento Final – porque não andam a apetecer-me P.S.’s… coisa governamental): Esta veio a propósito do que vejo nalgumas senhoras que procuram que os amigos sejam cúmplices mas não amigos verdadeiros. Cúmplices dos que apoiam, não amigos dos que conhecem e… raios… dizem o que pensam.

E o melhor é que no final, e bem feitas as continhas, todos dizem: “ah, eu conheço esses casos… mas não sou um deles; eu prefiro sempre que me digam o que pensam, ainda que me custe a ouvir…”. Depois dizemos o que pensamos e… ficam chateadas!!

Rás-parta!

(2) primeira vez...

Quando somos novatos fazemos as coisas ao acaso… sem muito método; respondemos ao impulso… Depois vamos aprendendo com a asneirada que fazemos e melhoramos (para todos os outros pioramos)…

A minha primeira vez foi uma asneirada!

Na minha primeira vez respondi a um impulso.

Na minha primeira vez não pensei bem, nas coisas… e pensei pouco durante…

Na minha primeira vez usei uma faca de cozinha! Nunca se deve usar uma faca de cozinha.

A oportunidade não surgiu ao acaso. Dei-me ao trabalho de ver por onde passava; a que horas; com quem; qual era o melhor local… Fiz o trabalho de casa!

Sabia que ia tremer – a adrenalina faz isso – por isso ataquei pelas costas. Se queremos que a coisa corra bem procuramos enfiar a faca na zona das cartilagens costais ou entre a oitava e a décima costelas de modo a ter mais facilidade em perfurar o pulmão. Assim ela nunca vai conseguir gritar nem reagir com força suficiente para representar qualquer ameaça à realização do trabalho – nem que seja um bisonte!

Atacamos pelas costas à procura do pulmão e… nunca usamos uma faca de cozinha! O ataque tem de ser forte. Um só golpe, mas forte, porque o primeiro golpe vale a diferença entre ela conseguir gritar ou, pior ainda, retaliar, e acabamos todos sujos e com o risco de deixar o trabalho a meio.

Para o primeiro golpe, puxar bem a mão atrás e atirá-la com o máximo de força para a zona das cartilagens costais. O ataque tem mesmo de ser forte, para não arriscar ficar com a faca encalhada no osso… mas nunca deve ser feito com uma faca de cozinha.

A faca a usar deve ser uma Tramontina Comander II (ou algo do género, como a do Rambo) – parece ser um lugar-comum, mas faz toda a diferença – e deve ter aquela protecção entre a lâmina e a pega. Essa protecção representa a diferença entre jogar pelo seguro e ser um amador da treta. Essa protecção representa a diferença entre um trabalho bem feito e o risco de apanhar um osso e deixar a faca escorregar. No meu caso acabei com metade da lâmina no pulmão e a outra metade a servir de escorrega para a minha mão.

Um corte que vai quase até ao osso explica-se no emprego dizendo que foi feito com a faca do pão (as pessoas raramente querem ouvir pormenores).

Foi a minha primeira vez.

Nunca mais usei uma faca de cozinha.

Harém e Harim


Contaram-me a história de que, algures no mundo árabe, um senhor de algumas mulheres se chateou um dia com a insolência de uma das odaliscas do seu harém, enfiou a rapariga numa destas gaiolas durante um par de dias sem água nem comida e, como por magia, quando voltou a abrir a gaiola ela vinha obediente como nunca (e ainda há quem diga que as tratamos mal, eheh)…

Depois de uma estadia breve no mundo de Alá, chego à conclusão de que nas relações entre cristãos e muçulmanos sempre se perdeu, nas diferenças linguísticas, mais do que se julga.

Em árabe a palavra Harém designa o que é proibido, ou seja, para um muçulmano, o álcool (que infelicidade), a droga (…) e o sangue…
Já a palavra Harim serve para referir o conjunto das odaliscas (mulheres bonitas) que alguns homens tinham (após prova de que podiam sustentá-las – a vários níveis, entenda-se).
Deu-se a confusão, chamámos Harém (o que é proibido) ao Harim (festarola de gajas) e vai a ver-se e conseguimos proibir o Harim!!

somewhere in time

O tempo vai passando e vamos sentindo um pouco menos elasticidade aqui, um pouco mais propensão para lesões ali, um pouco mais dificuldade em fazer exactamente as mesmas coisas que antes fazíamos com tanta destreza… O tempo vai passando…

Começamos a pensar de uma forma um pouco diferente e, quando damos por nós, já tudo mudou tanto que, quando olhamos para o ‘adolescente inconsciente’ que fomos algures, nem sabemos como é possível que aquele ser sejamos nós apenas há uns tempitos atrás… O tempo foi passando e nem foi assim tanto…

Depois chega um belo dia em que nos fazem viajar no tempo… Parece que volta a elasticidade, a destreza e… até as lesões desaparecem (!) com um pequeno (ou não) acontecimento que nos faz voltar atrás no tempo e nos retorna a consciência de que havia bastante qualidade nas coisas que adorávamos naquela altura…

Aconteceu no passado dia 9… Eles regressaram, fizeram-no em grande e principalmente trouxeram a sensação de que, de alguma forma, é aqui que está o ‘elixir da eterna juventude’; nas sensações! E estes senhores trouxeram um montão de sensações… Foi grande! Bem-vindos de volta, Iron Maiden!