Depois
inevitável
os ponteiros da vida
mergulhando os olhos
no mar de água fria
conspirações
Principalmente porque este Paul nunca me convenceu e quando o ouvi cantar aquela cena dos sapos (acho que se chamava We All Stand Together) pensei "aqui há gato", ou sapo, ou o que for, mas talento(?)... nããã!!
previsões
A ver se me engano!
ah, bons tempos...
Agora anunciam um álbum intitulado: O fim dos Cebola Mol
Nas palavras do grande Eddie Stardust (Eduardo Madeira): "Podemos lançar outros a seguir, mas este é o último. Já está despachado."
Já para Phil Stardust (Filipe Homem Fonseca): "Não sei explicar porque é que as pessoas ficam contentes a ouvir as nossas ‘quase-músicas’".
Aqui fica, para matar saudades...
ainda pulsa...
Ninguém esperava que o homem que pretendia ficar para sempre jovem deixasse este mundo precisamente no momento em que se preparava para voltar aos palcos. Quer se gostasse ou não do tipo de música que este senhor fazia (sinceramente nunca fui grande fã, apesar de gostar de algumas músicas), convenhamos que era "um artista"... dos verdadeiros! Passou grande parte da sua vida a proteger o seu corpo de quaisquer agressões exteriores, como se o corpo fosse tudo e, ao mesmo tempo, tão pouco... e... no final, o corpo falhou!
Não faço apologias dos mortos, nem tenho o hábito de andar por aí a dizer, assim que alguém morre: "ah, e tal, este era muito bom" (porque temos esta tendência parva para dar mais valor aos mortos que aos vivos)...
Mas
É claro que se ouvirmos uma daquelas músicas de Michael Jackson que deixa em nós um sorriso (sim, ele também tem disso), sentimos que... ainda mexe!
Apetece lembrar uma já velhinha, dos Titãs, com o mítico Arnaldo Antunes. É que... o pulso ainda pulsa... e o corpo ainda é pouco!
mais coisas online
petição online
Assino com um sorriso no rosto, apesar dos erros de português do texto da petição e de saber que estas coisas valem pouco mais que nada!
Pelo regresso dos míticos Manowar a Portugal!!Agora um par de malucos-do-metal decidiu criar esta petição. Assino (apesar de ser para o Porto e de discordar do tom desta malta que se considera sempre posta de lado), nem que seja só pelo sorriso que isso provoca em mim... Oh, saudade!!
este mexeu lá dentro, e teve que vir para aqui
Acho que é para dedicar àqueles que, estoicamente, participam em campanhas nas quais não recebem o que quer que seja (excepto a sensação de dever cumprido), mas, independentemente de tudo o resto, continuam a fazer a sua parte!
ai o português, o português...
Parece que a coisa correu sem grandes sobressaltos pelo país fora. Ainda bem!
De acordo com uma notícia do Público, ontem, vésperas do exame de Português, aquele-que-ocupa-o-cargo-de-primeiro-ministro demonstrou mais uma vez que o estudo não tem sido o seu forte e... confundiu maioria absoluta com maioria parlamentar, dizendo que eram a mesma coisa.
Claro que não é obrigatório que um senhor cujo percurso académico é... o que é (!), seja obrigado a ser um mestre da língua portuguesa, mas pelo menos convém que saiba aquilo que com ele se relaciona directamente, pelo menos para saber o que pede à malta!Ah, que saudades do Sócrates grego...
exames... espero que não se note!
O Público de hoje apresenta uma notícia com o título: "alunos enfrentam os exames num dos anos mais agitados nas escolas do país". Sinceramente, espero que não se note, pois há sem dúvida uma factura a pagar por um ano de instabilidade e descontentamento face à série de experiências (sim, porque é de experiências que se trata: a experiência de um regime de faltas que não lembra ao chifrudo; a experiência de um regime de avaliação da docência em função de critérios (quais?) no mínimo duvidosos, enfim... experiências) levadas a cabo pelo Ministério da Educação (ou mistério da educação). O que aborrece é que, como qualquer corrente tende a quebrar pelo elo mais fraco, quem acaba por pagar estas facturas são aqueles que menos têm culpa do desnorte que caracterizou este ano lectivo: os alunos!Felizmente isto acontece na escola onde lecciono.
Infelizmente, isto não acontece no resto do país, e é por essa razão que espero que não se note, nos resultados destes exames, a quantidade de experiências que este ano se lembraram de fazer no ensino! No ano passado, a coisa resolveu-se com um exame de matemática... como dizê-lo... acessível (!), o que dá origem a uma bela peneira, com ornamentos pintados a ouro que, por um momento, até parece que tapa o sol... por um momento!
Bem, espero que não se note... muito!
a lei da morte
para dedicar
sociabilidade insociável
bela vista
No ano em que dei aulas em Setúbal (2000/2001), estive no bairro da Bela Vista duas vezes. Na primeira vez andávamos perdidos (eu e o meu colega, um grande amigo…) e à procura daquela que seria a nossa casa para esse ano. Perdemo-nos e acabámos num bairro onde decidimos parar para pedir informações. Quando olhamos para o carro estacionado ao nosso lado, reparámos que estava carregado de pequenos buracos redondos. Balas! A seguir percebemos que à nossa volta havia uma série de olhares que nos fixavam sem medo. Saímos dali assim que possível, porque não nos sentíamos bem.
Ouvi muitas vezes falar no bairro da Bela Vista, do tráfico de drogas que lá havia, da quantidade de armas que por lá andavam, de como nós, novos na zona, não queríamos ter problemas com a malta lá do bairro…
Na semana que passou voltei a ouvir falar do bairro da Bela Vista e não foi pelas melhores razões, outra vez! Ao que parece a polícia (ou a bófia, ou como for) alvejou uma pobre criança que disparava contra eles… Depois começou a violência, contra a polícia… Como se estivéssemos de regresso àquele velho oeste do ‘olho por olho’…!
A seguir começaram a levantar-se as vozes de sempre: “ah, e tal que a exclusão social isto e aquilo”; “ah, que este tipo de problemas é de muito difícil solução”. No fim veio o argumento de que mais gostei, porque parvo: “ah, que a polícia não pode agir desta forma e disparar contra as crianças…”
Como??
“Ah, que a polícia não pode agir desta forma e disparar contra as crianças…”
Como??
Depois desta alarvidade mágica é inevitável imaginarmos a solução alternativa (apesar de, em termos lógicos, correr o risco de criar um raciocínio falacioso): ora se a polícia não pode responder quando lhes disparam, resta-lhes a hipótese de levar tiros destas…, “crianças” de arma em punho! Mas por outro lado, se assim é, para que raio serve a polícia? Para o tiro ao alvo desta malta?
Há já uns tempos que penso que as políticas sociais que temos vindo a seguir estão desajustadas, mas é mais do que certo que não é a incendiar os carros dos outros, nem a apedrejar os bombeiros, que trazemos justiça social ao país!
crise?? onde?

back on stage...

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críticos contrafactuais


ilusões & desilusões
Esperava uma coisa noutra ordem, e afinal é apenas um álbum de The Gift, o que não é mau, mas sabe a pouco, para o que parecia prometer!

